Assuntos de Goiás TV

sábado, 24 de junho de 2017

Influente, Renan Calheiros foi o “cara” que definiu derrota do Governo no Senado – Assuntos de Goiás | Questão Brasil

Caiado teve a ausência sentida: momento que vários parlamentares deixam claro que estão mudando de posição
Enrolado na Operação Lava Jato e suspeito de muitos ilícitos, o Senador Alagoano mostrou mais uma vez sua força entre os colegas do Senado Federal, mesmo sem fazer parte da comissão que apreciou a reforma trabalhista, o ex-presidente foi ouvido pelos colegas e sua opinião considerada fundamental para que a oposição comemorasse uma pequena vitória na discussão sobre a reforma. Renan Calheiros (PMDB-AL) liderou a derrota do governo no Senado, mesmo sendo líder do PMDB na casa e não fazendo parte da Comissão de Assuntos Sociais. 
Além de criticar abertamente a reforma trabalhista, ele convenceu em conversas de pé de orelha parlamentares a votarem contra a proposta na CAS (Comissão de Assuntos Sociais). Senadores que eram favoráveis ao projeto acabaram convencidos por Renan a derrotar a reforma na CAS. 
O curioso da sessão é que Renan Calheiros se sentou ao lado de Romero Jucá, líder do Governo e defensor da reforma.Numa votação apertada, Hélio José que acabou sendo convencido por Calheiros, deu o voto fundamental que selou a derrota do governo por 10 votos a nove.

"A situação é de vaca não reconhecer bezerro no curral pequeno", dizia logo depois da votação o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), relator da reforma trabalhista, ao comentar o fato de Calheiros, que é líder do PMDB, partido de Michel Temer, ser um dos articuladores da derrota do presidente. "Não tem cabimento um negócio desses." 
Ferraço defende a saída do PSDB do governo mas o apoio às reformas, "fundamentais para o país".Outra ausência notada na votação da CAS: a do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO). Em tese, ele é a favor da reforma trabalhista.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Influente, Renan Calheiros foi o “cara” que definiu derrota do Governo no Senado – Assuntos de Goiás | Questão Brasil

Caiado teve a ausência sentida: momento que vários parlamentares deixam claro que estão mudando de posição
Enrolado na Operação Lava Jato e suspeito de muitos ilícitos, o Senador Alagoano mostrou mais uma vez sua força entre os colegas do Senado Federal, mesmo sem fazer parte da comissão que apreciou a reforma trabalhista, o ex-presidente foi ouvido pelos colegas e sua opinião considerada fundamental para que a oposição comemorasse uma pequena vitória na discussão sobre a reforma. Renan Calheiros (PMDB-AL) liderou a derrota do governo no Senado, mesmo sendo líder do PMDB na casa e não fazendo parte da Comissão de Assuntos Sociais. 
Além de criticar abertamente a reforma trabalhista, ele convenceu em conversas de pé de orelha parlamentares a votarem contra a proposta na CAS (Comissão de Assuntos Sociais). Senadores que eram favoráveis ao projeto acabaram convencidos por Renan a derrotar a reforma na CAS. 
O curioso da sessão é que Renan Calheiros se sentou ao lado de Romero Jucá, líder do Governo e defensor da reforma.Numa votação apertada, Hélio José que acabou sendo convencido por Calheiros, deu o voto fundamental que selou a derrota do governo por 10 votos a nove.

"A situação é de vaca não reconhecer bezerro no curral pequeno", dizia logo depois da votação o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), relator da reforma trabalhista, ao comentar o fato de Calheiros, que é líder do PMDB, partido de Michel Temer, ser um dos articuladores da derrota do presidente. "Não tem cabimento um negócio desses." 
Ferraço defende a saída do PSDB do governo mas o apoio às reformas, "fundamentais para o país".Outra ausência notada na votação da CAS: a do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO). Em tese, ele é a favor da reforma trabalhista.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Revelação de Aécio “negociando” Temer com a TV Record cria expectativa por delação de Palloci | Blog do Rei

Diálogos gravados pela Polícia Federal entre o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), o ministro da Secretaria-Geral de Governo, Moreira Franco, e um executivo da TV Record, Douglas Tavolaro, indicam participação do então presidente do PSDB em uma intermediação para atender demandas da emissora na obtenção de patrocínio da Caixa Econômica Federal, em troca da realização de entrevistas com o presidente Michel Temer.
 



Após essa revelação, crescem as expectativas sobre o conteúdo da delação de Antônio Palocci, isto porque o ex-ministro pode jogar um feixe de luz nas relações entre o governo e grupos financeiros e de comunicação do Brasil. 

A Rede Globo, Bancos Itaú e Bradesco; Hypermarcas, clubes de futebol e empresas de telefonia podem vir a ser citadas por Palocci que tinha a chave do cofre nas gestões de Lula e Dilma.

A conferir! 

Procuradoria-Geral da República pede investigação sobre Marconi Perillo do PSDB – Eu Digo Sempre



O vice-procurador-geral da República, José Bonifácio Andrada, pediu, na última sexta-feira (9/6) ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) a abertura de inquérito para investigar o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB-GO). 

A solicitação é embasada pelas delações dos executivos da Odebrecht Fernando Cunha Reis, Alexandre Barradas, João Pacífico e Ricardo Roth Ferraz. O STJ tem mantido sigilo sobre os pedidos de inquérito com base em delações da construtora. 


O tucano pediu, em almoço com executivos da Odebrecht, contribuição de R$ 50 milhões da empreiteira para a campanha de reeleição, em 2014, segundo delatores. Executivos da construtora relatam que, à mesa, Perillo teria ressaltado as obras da empresa no Estado que governa e afirmou que gostaria de uma contribuição “do tamanho da Odebrecht” na região, de R$ 50 milhões de reais.

A empreiteira acabou pagando caixa dois de R$ 8 milhões à campanha de Perillo, de acordo com os depoimentos. Em 2010, o tucano já havia recebido R$ 2 milhões de caixa dois à primeira campanha, ainda segundo os executivos.

Depoimentos
O ex-presidente da Odebrecht Ambiental Fernando Reis relata ter sido apresentado, em 2010, a Perillo, durante um jantar na casa do então senador Demóstenes Torres (DEM/GO) – antes do encontro, afirmam os delatores da Odebrecht, Demóstenes já havia acertado o financiamento de R$ 6 milhões operacionalizados via caixa dois para a campanha ao Senado, onde ele ocupou cadeira entre 2003 e 2012, quando foi cassado por quebra de decoro parlamentar. 

Tanto Demóstenes quanto Perillo prometiam à empreiteira engajamento para projetos de privatização do saneamento do entorno goiano de Brasília. O executivo afirmou que, com a deflagração da Operação Monte Carlo – que investigava as relações de políticos com o contraventor Carlinhos Cachoeira e a Delta Engenharia -, os projetos prometidos à Odebrecht foram paralisados. 

Para a campanha de 2014, mais uma vez, executivos da Odebrecht dizem ter sido procurados pelo governador tucano. A secretária do chefe do Executivo goiano teria ligado para a secretária de Marcelo Odebrecht para marcar um almoço, que acabou sendo agendado para março daquele ano, no escritório da construtora. 

“A intenção do governador ao marcar o almoço foi justamente ressaltar a forte presença das empresas do Grupo no Estado de Goiás, reforçar seu apoio aos investimentos do Grupo e, consequentemente, requerer o que ele chamou de ‘uma contribuição de campanha equivalente a nossa presença’ e que no segundo mandato daria continuidade aos investimentos, gerando mais obras no setor de infraestrutura”, afirma Reis. 

Quando Marcelo Odebrecht se ausentou da mesa, após o almoço, o executivo relata ter acompanhado Perillo até o elevador. Nesse momento, afirma Reis, o governador teria pedido a “contribuição de R$ 50 milhões”. “Eu disse para ele que essa contribuição é absolutamente… não existe nesse sentido”

A empreiteira então teria se comprometido a doar R$ 8 milhões, via caixa dois, para a campanha do tucano à reeleição. O contato entre o governador e os empresários teria se dado entre Alexandre Barradas e João Pacífico, da Odebrecht, e o interlocutor do ex-governador Jayme Rincon. 

O departamento de propinas então operacionalizou os pagamentos para o governador, dessa vez sobre o codinome ‘Master’, afirmam os delatores.

Barradas, que manteve contato com Jayme Rincon, hoje presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras (AGETOP), relata que o representante de Perillo “ainda reclamou que a empreiteira teria definido o repasse de R$ 8 milhões, e não o valor de R$ 50 milhões pedido pelo tucano”.

“Fui, sentei com o Jayme, comuniquei o valor. Ele respondeu: ‘poxa, eu pensava que era mais substancial…’. Respondi: ‘O que eu tenho de determinação e liberação é esse valor, que já é muito, cara'”

Os diretores responsáveis pela execução dos pagamentos a Marconi Perillo apresentaram valores divergentes dos que foram informados pelo presidente da Odebrecht Ambiental. Ricardo Roth Ferraz e João Pacífico alegam ter encontrado, no sistema do departamento de propinas da Odebrecht, repasses de R$ 500 mil reais, em 2010, e de R$ 2,75 milhões em 2014.

Defesa
Em nota, o criminalista Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que defende o governador, afirmou:

“A abertura de um inquérito baseado tão somente nas palavras de um delator nos causa perplexidade.
A palavra do delator, como bem disse o Supremo Tribunal Federal (STF), não faz prova alguma. Pelo menos antes da abertura do inquérito, o que já é um gravame para qualquer homem público ou cidadão, seria necessário ouvir a pessoa indicada e abrir uma sindicância anterior.

O governador Marconi Perillo não tem nenhuma preocupação com o que foi dito pelos delatores e espera o conhecimento pleno do que consta na delação poder se manifestar. Conforme já demonstrado pela defesa e pela imprensa, há uma série de incongruências e incoerências nos depoimentos dos ex-executivos da Odebrecht.

A defesa aguarda que o mais breve possível seja dado o acesso à plenitude dessas delações para se pronunciar.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Revelação de Aécio “negociando” Temer com a TV Record cria expectativa por delação de Palloci | Blog do Rei

Diálogos gravados pela Polícia Federal entre o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), o ministro da Secretaria-Geral de Governo, Moreira Franco, e um executivo da TV Record, Douglas Tavolaro, indicam participação do então presidente do PSDB em uma intermediação para atender demandas da emissora na obtenção de patrocínio da Caixa Econômica Federal, em troca da realização de entrevistas com o presidente Michel Temer.
 



Após essa revelação, crescem as expectativas sobre o conteúdo da delação de Antônio Palocci, isto porque o ex-ministro pode jogar um feixe de luz nas relações entre o governo e grupos financeiros e de comunicação do Brasil. 

A Rede Globo, Bancos Itaú e Bradesco; Hypermarcas, clubes de futebol e empresas de telefonia podem vir a ser citadas por Palocci que tinha a chave do cofre nas gestões de Lula e Dilma.

A conferir! 

terça-feira, 13 de junho de 2017

Revelação de Aécio “negociando” Temer com a TV Record cria expectativa por delação de Palloci | Blog do Rei

Diálogos gravados pela Polícia Federal entre o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), o ministro da Secretaria-Geral de Governo, Moreira Franco, e um executivo da TV Record, Douglas Tavolaro, indicam participação do então presidente do PSDB em uma intermediação para atender demandas da emissora na obtenção de patrocínio da Caixa Econômica Federal, em troca da realização de entrevistas com o presidente Michel Temer.
 



Após essa revelação, crescem as expectativas sobre o conteúdo da delação de Antônio Palocci, isto porque o ex-ministro pode jogar um feixe de luz nas relações entre o governo e grupos financeiros e de comunicação do Brasil. 

A Rede Globo, Bancos Itaú e Bradesco; Hypermarcas, clubes de futebol e empresas de telefonia podem vir a ser citadas por Palocci que tinha a chave do cofre nas gestões de Lula e Dilma.

A conferir! 

Extremamente impopular, Temer compra apoio da mídia e de parlamentares para se salvar | Blog do Entusiamo

"Os veículos de comunicação que aderirem à campanha terão direito à publicidade federal", diz o estadão, acrescentando que o principal foco será o Nordeste, assim como locutores e apresentadores populares da região.
O direcionamento dos recursos dessa "política pública" de Temer será feito justamente pelos deputados e senadores. Trata-se de uma moeda de troca adicional, além da liberação de emendas parlamentares e de cargos a apadrinhados políticos dos congressistas. 

A verba a ser direcionada à mídia será, segundo o Estadão, usada por deputados e senadores para "ganhar espaço para aparecer" na imprensa, uma vez que serão os responsáveis por levar dinheiro público para essas empresas.

Ainda segundo o Estadão, a estratégia foi definida pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, o angorá das delações da Odebrecht, e o líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), receberá os pedidos dos parlamentares. 

Um auxiliar de Temer afirmou ao jornal que a compra de apoio “mata dois coelhos com uma só cajadada”.

Extremamente impopular, Michel Temer compra apoio da mídia e parlamentares através de verba de publicidade 
 Leia também... Temer vai comprar apoio de jornais, TVs e parlamentares com publicidade, diz jornal — CartaCapital

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