Reinaldo

Mau entrou no Governo e já tem relações polêmicas com investigado pela PF

"Será mais uma "soldada" do partido para arrecadar propina no ministério que congrega o agronegócio. Pessoa certa no local certo. No final dos próximos quatro anos, pelo andar da carruagem, teremos um escândalo maior ainda que o Petrolão. Acredite". diz o leitor do Estadão, Edson Vitti.

Kátia Abreu (PMDB-TO) recebeu neste ano doações de uma empresa e de seu principal executivo envolvidos na Operação Terra Prometida, da Polícia Federal, que investiga esquema bilionário organizado por fazendeiros e empresários para a venda de terras destinadas à reforma agrária.

De acordo com a prestação de contas enviada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kátia Abreu recebeu R$ 350 mil em doações da trading de grãos Fiagril, investigada no escândalo. Desse total, R$ 100 mil foram repassados para a campanha do filho, o deputado Irajá Abreu (PSD-TO), que foi candidato à reeleição. Preso na operação, Marino Franz, presidente da Fiagril e ex-prefeito de Lucas do Rio Verde (MT), também doou R$ 200 mil para a senadora.

Ao todo, somando os recursos da empresa e de seu dono, foram repassados R$ 550 mil à campanha de Kátia Abreu.
Cotada para ministério recebeu doações de investigado pela PF

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